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segunda-feira, 8 de março de 2010

Minha auto-ajuda

Livros de auto-ajuda são ridículos, convenhamos. Nisso não há dúvida, há? Mas olhe por outro lado. O que não é auto-ajuda? Quando você escuta uma música, assiste um filme, sai para beber em um bar, ou qualquer coisa que tire você do que seria a rotina, o normal, não é auto-ajuda?

Osho diz que o homem tem uma mente que nunca cessa o diálogo interno, sempre tentando explicar, questionar, voltar ao passado ou formar imagens do futuro. Isso seria fruto do excedente de energia que não é utilizado, necessitando ser liberado de alguma forma.

Estranho como certos momentos parecem resumir sua vida inteira. Determinada música, livro ou pessoa parecem definir um momento ou até toda sua existência. São momentos em que o diálogo interno pára, e é possível viver o presente de forma real, quando se está literalmente de corpo e alma no instante. Momentos em que o simples fato de se estar vivo já basta, já justifica tudo que sua vida deveria representar.

Nunca engoli muito bem as pessoas que afirmam que se o homem alcançasse a felicidade ele seria infeliz. A felicidade estaria na busca dela - dizem. Qualquer um que já experimentou um momento de pura presença, de alegria, sabe que caso isso durasse eternamente seria o que chamamos de paraíso.

Osho diz que carregamos pedras na mão, e quando vemos os diamantes no chão nem percebemos que as largamos, substituíndo-as pelas pedras precisosas. Acredito que tais momentos representam uma visão dos diamantes, mas que não signifiquem uma troca. Até o dia em que possa largar elas, vou suportando-as, contentando-me com a visão do que poderia ser.

Bernardo Staut

Um comentário:

Hapi disse...

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