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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Praia do Cassino - Rio Grande - Pelotas - Pedro Osório

férias mais do que legais, num lugar incrível e em ótima companhia!!


recomendo a todos!
a viagem de Porto Alegre até Rio Grande é muito gostosa, paisagens impressionantes, lagos, campos, prados, animais e um céu mais que azul
a cidade de Rio Grande tem cheiro de história, tudo lá é o mais velho do estado, tudo começou por ali, além do porto novo, os Molhes da Barra, o passeio obrigatório de vagoneta e a maior praia do mundo, a linda, longa e larga Praia do Cassino


não esqueça também de conhecer Pelotas!!

praia do Laranjal, nas águas da Lagoa dos Patos


e Pedro Osório


fica a dica!!

e aproveito pra desejar ao querido povo do Rio Grande do Sul, um Feliz 20 de Setembro!

thunder

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

BOM FERIADO

Os donos deste blog rumarão logo mais para o Rio Grande do Sul, a fim de desfrutar um feriado prolongado (que de prolongado não tem quase mais nada) ao lado de seus queridos familiares. Muito provavelmente este blog retornará com sua programação normal a partir de quarta-feira. Boa viagem a todos que assim o farão, e juízo!

Rafa e thunder

domingo, 3 de outubro de 2010

BUENOS AIRES - DICAS PARA TURISTAS 2

Continuando o post anterior, hoje vou comentar um pouco sobre as situações do cotidiano que mais me marcaram em Buenos Aires e que me fizeram, direta ou indiretamente, fazer uma comparação com o Brasil.
  • Em Buenos Aires, existem os táxis e os remises. O preço do táxi, em comparação com o Brasil, é irrisório. Super barato mesmo, dá pra ir pra vários lugares sem sentir o bolso pesar tanto (ou ficar mais leve). Por ser tão mais barato que o Brasil, imaginei que o preço do combustível também fosse tão barato quanto, mas no único posto de gasolina que vi dentro da cidade (incrível como não se vê postos), o preço da gasolina comum girava em torno de R$ 2 reais. OK, mais barata que aqui, mas nem tanto assim. Uma coisa que impressionou bastante foi a sujeira dentro dos táxis, de barro a cheiro muito ruim, além do que parece que eles carregam a casa dentro do carro, até varal no porta-malas a gente encontrou. Isso tanto em Buenos Aires como em La Plata. Já os remises, que não são identificados como táxis (parecem carros normais) custam aproximadamente o dobro do preço do táxi pretinho, e pelo que entendi, isso acontece porque eles precisam voltar para o ponto de partida para pegar outro cliente, ou seja, não podem carregar pessoas no caminho da volta. Esses já são mais limpinhos, acho que por ser serviço particular e tal. Cuidado para não cair na cilada de chegar no aeroporto cheio de malas e pegar direto um remis, como aconteceu com a gente. Demos o endereço, pagamos o valor antecipadamente, e estávamos achando tudo muito organizado e nem tão barato como diziam, mas só depois descobrimos que aquele não era um táxi normal. Mas tudo bem, com a quantidade de malas que tínhamos só um carro grande para nos levar, e até onde vimos, os táxis pretos eram todos pequenos. Mas, se estiver sozinho, opte rapidamente pelos táxis pretos (e amarelos).
  • Continuando a lista de serviços baratos em Buenos Aires, um dos que mais me impressionou foi o de telefonia. Nunca imaginei que ligar para o Brasil fosse tão barato. Posso até afirmar que ligar da Argentina para o Brasil, tanto para fixo quanto para celular, é mais barato do que ligar para telefones dentro do mesmo estado no Brasil, que dirá para estados diferentes. Isso me deixou realmente indignada. Eu já sabia que o sistema de telefonia do Brasil era super caro, mas não imaginei que a diferença com outro país fosse tanta. Na primeira ligação que fizemos pra casa, falamos rapidinho, chegando a pensar que o marcador que estava mostrando o valor estivesse errado ou fosse convertido depois a um valor maior, mas que nada, era aquilo mesmo. Dá pra ficar tranquilamente falando uma meia hora e isso não vai custar nem cinco reais. Não vale nem a pena habilitar o celular pra funcionar lá e correr o risco de ficar pagando roaming, chegar no Brasil e quase morrer quando vir a conta.
  • Pelo que percebi, a conta de água também é bem mais barata que no Brasil, sendo que a água da torneira é muito potável e gostosa. No mercado, a garrafa de água de 2 litros não custa nem R$ 1 real.
  • E já que estou falando de líquidos, o melhor preço disparado deste gênero é o de um líquido também bastante precioso, a cerveja. Incrível o preço das cervejas no supermercado.(Carrefour). Garrafas de 1 litro de Quilmes, Heineken e Stella Artois não custando nem R$ 3 reais. Pack com 6 long necks Heineken também não chegavam a R$ 3. Era de ficar babando no mercado, dava vontade de levar tudo pra casa. Novamente, deu raiva do preço das cervejas no Brasil, e a Brahma na Argentina também estava muito barata. Mas, enquanto o preço das cervejas no mercado era muito barato, o mesmo não posso dizer do preço em alguns restaurante (alguns). Chegamos a pagar $ 40 pesos argentinos em uma Quilmes 1 litro no primeiro dia, o que nos impressionou, tanto que meu irmão até comentou que os argentinos deviam beber pouca cerveja então (tadinhos), e no outro dia encontramos a mesma por $ 4 pesos no mercado. No geral, nos outros restaurantes, ela gira em torno de $ 20 pesos.
  • O preço da energia elétrica, pelo que pude perceber, também é muito barato. A foto abaixo fala por si só.
  • Voltando à questão transporte, o metrô de Buenos Aires, inaugurando em 1913, é bastante eficiente e também custa super pouco. O preço de uma passagem é de $ 1,10 pesos, aproximadamente R$ 0,55 centavos, e as linhas são interconectadas, ou seja, paga-se uma passagem e pode pegar quantas linhas quiser, mais ou menos como o transporte coletivo aqui de Curitiba. Mas, se sair pra rua, quando volta é outra passagem, claro. Tava achando tão legal andar de metrô pra lá e pra cá (nunca tinha andado), e eis que é chegado o único ponto negativo da viagem: minha mãe foi assaltada na última noite, justamente na hora que deu um furdunço de gente, lógico, e ela com sacolas nas mãos não pôde cuidar com 100% de esmero de sua bolsa. Pra nós, ainda é quase incompreensível, pois meu tio estava colado nela, de olho em tudo, mas mesmo assim, quando descemos no ponto, a bolsa estava vazia. Eu não vi nada pois estava na frente, mas certamente foi serviço de profissa. Fizeram festinha dentro da bolsa, literalmente. Agora imagine o transtorno, era nossa última noite lá e na manhã seguinte estava marcado nosso vôo de retorno ao Brasil, e minha mãe já sem documento algum. Ficamos mais umas três horas andando de metrô pra achar a Comissaria de Denúncia (a polícia de lá) e então fazer um Boletim de Ocorrência, para no outro dia cedinho bater ponto na frente do Consulado do Brasil. Ainda bem que as pessoas que estavam na fila deixaram minha mãe passar na frente, compadecidos com a situação. No final deu tudo certo, mas ficou um aperto no peito gigantesco, que foi expelido em forma de choro no aeroporto de Porto Alegre. Sim, sou sentimental, mas só isso poderia me aliviar. A parte mais chata ainda vem agora pra minha mãe, com o processo de refazer todos os documentos e a burocracia que isso envolve. Portanto, fica a dica: tenha 4, 6, 8 olhos no metrô de Buenos Aires, se for possível, e até mesmo nas ruas. Logo depois do fato, a gente viu na televisão que vários brasileiros tinham sido assaltados lá no mesmo dia. Parece que é muito frequente. Uma pena. A foto abaixo está ruim, mas ainda assim a única prestável.
  • E pra fechar, um fato que me marcou bastante no dia-a-dia, percebendo as pessoas na rua, prestando atenção em seus jeitos de caminhar, de agir, de comer, de beber, de fumar, até mesmo de pensar, foi a intensidade de seus olhares e movimentos. Os argentinos são muito intensos, parecem ter uma melancolia permanente, assim como a tem o tango e as paisagens da cidade, e creio que isso foi uma das condições para que eu tivesse me sentido tão bem na cidade, afinal, pessoas intensas são interessantes. Nada de superficialidade. E essa intensidade é refletida na revolta da população com o que não tá bom, com o que não lhes agrada. A cidade inteira é coberta de faixas e cartazes de indignação e protesto, todo dia podia-se ver pessoas protestando nas ruas, exigindo melhores condições, exigindo seus direitos, exigindo o fim da impunidade. A cidade grita por justiça em todos os seus poros. No Brasil, isso não se vê mais, mesmo com o preço exorbitante da luz, água, telefone, transporte e todo o resto. Impostos e mais impostos. No Brasil, as pessoas não vão às ruas. A impressão que ficou marcada em mim é de que o brasileiro é um povo egoísta, do tipo, se não me atinge diretamente, se não dói no meu, não to nem aí, bem ao contrário do argentino, que me pareceu ser um povo muito unido. Aí que tá a diferença maior. E mesmo com os serviços básicos fornecidos à população tendo uma diferença tão grande de valor entre lá e aqui, o povo lá está bastante descontente com o governo da Cristina Kirchner, pelo que pude perceber, principalmente na conversa com taxistas. Falta coragem aos brasileiros. Falta parar de se diminuir e exigir o melhor.
Por nem tudo isso e por tudo isso, minha vontade de voltar pra lá é imensa. Não vejo a hora de retornar.

Rafa

sábado, 2 de outubro de 2010

BUENOS AIRES - DICAS PARA TURISTAS

Em meu último post, prometi que faria um balanço dos dias que fiquei em Buenos Aires, e aqui estou para comentar, logicamente sob meu ponto de vista, todos os momentos que me marcaram. Para começar, resolvi dar algumas dicas para marinheiros de primeira viagem, visto que não ter noção nenhuma além de pesquisas na internet sobre o lugar que se pretende visitar pode gerar pequenas dores de cabeça. O esquema é levar tudo na base da diversão, para não se arrepender de nada depois. Mesmo ficando apenas três dias em Buenos Aires (mais quatro em La Plata), deu pra ter uma noção bastante boa da cidade, pra quem é turista.
  • Pode parecer clichê, mas recomendo de olhos fechados pegar o ônibus turístico pra conhecer a cidade. Ele passa pelos principais pontos turísticos em um trajeto de 2 horas e meia. O ticket que vale por 24 horas custa 70 pesos argentinos. Existe ainda o ticket que dura 48 horas, mas deste não me lembro do preço. O ponto de saída do ônibus, bem como a venda dos tickets, está localizado a uma quadra da Plaza de Mayo, que fica em frente à Casa Rosada, bem no centro. Como o ticket dura 24 ou 48 horas, pode-se descer em cada ponto turístico e passear por lá o tempo que quiser, visto que passa um novo ônibus a cada meia hora.
  • Um dos primeiros pontos de parada do ônibus é o bairro de La Boca, onde está localizado o La Bombonera, estádio do Club Atlético Boca Juniors. O bairro é relativamente pobre, mas possui uma cultura forte e uma arquitetura muito peculiar, caracterizada pelas cores vibrantes cujas casas são pintadas. O valor do ingresso para conhecer o estádio por dentro é 30 pesos, mas pode-se entrar na lojinha do estádio de graça para tirar fotos e, se quiser, comprar itens esportivos. Em frente ao estádio, também existem algumas lojinhas e museus, tudo muito colorido.
  • Uma parada em El Caminito também é interessante, pois novamente representa a forte cultura local. Basicamente, constitui-se em uma feirinha onde vende-se de tudo um pouco, principalmente artesanato representativo da cidade (entre eles, o tango lidera o ranking de produtos à venda). Quem não gosta de espaços pequenos e muita gente ao redor oferecendo coisas (e neste quesito, eles são muito menos chatos do que os brasileiros), talvez se sinta incomodado, mas mesmo assim vale dar uma passada por lá.
  • Quem for para Buenos Aires, não pode em hipótese alguma perder a chance de ficar um tempo em Puerto Madero. Este é um bairro que mescla a arquitetura antiga com a moderna. Todos os lugares são lindos e charmosos, e possui inúmeros restaurantes localizados um ao lado do outro em prédios marrons de tijolinhos construídos em série. Uma dica boa é comer no restaurante Brasas Argentinas, que fica perto da ponte e do barco atracado. Facinho de achar. A comida é ótima, as opções são muito variadas, o serviço é excelente e o preço é super em conta. Puerto Madero fica bem pertinho do centro, atrás da Casa Rosada, e dá até pra ir a pé. No primeiro dia, devido às voltas que o ônibus turístico deu, achávamos que estávamos muito longe de onde estávamos hospedados, tanto que corremos como uns loucos por mais de um quilômetro pra pegar o outro ônibus (parecendo cena de filme, esbaforidos), quando na verdade estávamos muito perto do hostel. Tudo bem: vivendo e aprendendo. Nos outros dias, já íamos a pé, até debaixo de chuva.
  • Recoleta também é um bairro tradicional, muito lindo e charmoso, cheio de árvores, cafés e padarias (como se Buenos Aires inteiro não tivesse muitos cafés). Tem praticamente um por esquina. Lá, caminhamos bastante pelas ruas do bairro, cheias de prédios colados um no outro, com suas sacadas enormes recheadas de plantas. Lá, visitamos o famoso Cemitério da Recoleta, com seus jazigos oponentes que mais parecem casas e onde está enterrado o corpo de Eva Perón, juntamente com o de sua família original. Teria que ficar o dia inteiro para passear por todo o cemitério, o que no meu caso, é quase impensável. Chega uma hora que aquela energia toda cansa muito e a vontade é de sair correndo respirar ar puro. As portas da maioria dos jazigos são fechadas apenas com grades e os caixões ficam expostos, um em cima do outro, muito próximos da grade e cheios de poeira. O mais legal do cemitério são os inúmeros gatos que lá vivem.
  • O enorme bairro de Palermo também é bastante arborizado e glamouroso, principalmente as subdividões Palermo Hollywood e Palermo Soho. Lá, vale a pena passear pelas ruas e praças. É lá também que se encontram o Jardim Zoológico, o Jardim Botânico e o Planetário.
  • Passear pelo centro, prestando atenção em todos aqueles prédios antigos, praças, igrejas e principalmente nas pessoas também é recomendável para poder vivenciar um país diferente do seu.
Com relação à passeios e lugares recomendados para visitas, creio que estes mencionados acima são uma boa pedida para qualquer turista que vá pela primeira vez à Buenos Aires. Tenho muitas informações a mais para acrescentar, desta vez com relação a pequenos detalhes do dia-dia da cidade, não necessariamente a ver com turismo, mas estas deixarei para o próximo post.
Hasta luego!

Rafa

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

BUENOS AIRES

São tantos lugares, tantas ruas, tantos restaurantes, tantas cafeterias, tantas padarias, tantas árvores, tanta emoção, tanta beleza nesta cidade que nem sei realmente o que escrever nesse post. Não gostaria simplesmente de elogiar diversos pontos e expressar o quanto essa viagem está me fazendo feliz, mas sim de fazer um post útil, contendo informações e dicas importantes (sob meu ponto de vista, que pode ser diferente de outro). Pretendo fazer isso ao voltar para Curitiba, quando colocar a cabeça de volta à realidade. Por enquanto coloco aqui algumas fotos, dentre tantas que foram tiradas e que serão guardadas para sempre.


Rafa

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

ADIÓS BRASIL, HOLA ARGENTINA!

A quem interessar possa, amanhã estarei indo para Buenos Aires, para depois rumar à La Plata. Não obstante minha reduzida frequência de postagens dos últimos dias, afirmo que elas podem diminuir ainda mais. Ou então não, posso estar tão maravilhada pela cidade que sentirei vontade de postar várias fotos e contar as novidades. Não sei, só estando lá para saber. Tchau pra quem fica e hasta luego!

Rafa

sexta-feira, 7 de maio de 2010

VRUM!

Hoje o 1denós2 pega a estrada novamente, rumo ao Rio Grande do Sul querido. Iremos para casa a fim de comemorar uma data especialíssima, que na verdade se torna mais importante ainda ao servir de pretexto para retornar ao lar, o Dia das Mães.
A todos que viajarão pequenas, médias, longas distâncias para verem, apertarem, abraçarem e beijarem muito suas mães, ótima viagem e ótimo reencontro.

Rafa e thunder

quarta-feira, 31 de março de 2010

FERIADO CHEGANDO!!!!

AEEEEEEEEEEEEEE!!!!!!!!!!!!!!!!!

thunder